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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Desmistificando a Psicoterapia Em Um Vídeo

Amigos, esse é um vídeo que recomendo a todos, sem exceção. Principalmente àqueles que não são da área da Psicologia. Para ajudar a ter uma maior percepção sobre o processo terapêutico.

Vejam que postei aqui em maio de 2013 um post muito interessante esclarecendo o mesmo tema do vídeo. Abaixo do vídeo, colarei esse post.


Invista em você. Invista em Psicoterapia.


Alguns tipos de crises, transtornos, angústias e doenças só conseguem ser melhorados ou resolvidos apenas com o auxílio da Psicoterapia. É correto dizer que não tem como falar sobre doença sem o âmbito psicológico do indivíduo.


Na Psicoterapia, você não será julgado e nem censurado. Lá é um local aonde você irá se conhecer e se reconhecer. A Psicoterapia é a melhor forma de você resolver os seus problemas e lidar bem com os novos que forem surgindo, principalmente quando você não tem mais condições emocionais e/ou psicológicas o suficiente para enfrentá-los. As pessoas às vezes chegam ao fim do poço por não terem procurado ou achado alguma ajuda psicológica.



Se você percebe que algo não está bom na sua vida ou sente que tem sintomas no corpo por causa de algum aspecto emocional e/ou psicológico, estes já podem ser indícios de que você precisará começar uma Psicoterapia. Cuidar apenas da saúde física não é o suficiente se o lado psicológico também estiver prejudicado. É preciso mergulhar bem lá no fundo de você mesmo para descobrir suas capacidades e saúde que ainda resta.

Este é o melhor investimento que um ser humano pode fazer em sua vida. Investir na sua própria qualidade de vida. Garantir o entardecimento de suas possíveis doenças futuras. É verdade, tem como a gente ajudar a gente mesmo, basta querermos.

Então, saia da sua zona de conforto. Invista em você.
Enfrente seus medos e obstáculos que te impede de fazer uma Psicoterapia.

E procure um psicólogo.



"Há pessoas que levam grande parte de sua vida adiando o momento de efetuar uma escolha importante e de agir no sentido de concretizá-la, para manterem a ilusão da plenitude de sua liberdade, ou por se sentirem incapazes de se decidir pela renúncia de algo que consideram imprescindível, ou, ainda, pelo receio de verificar que seus projetos não passavam de sonhos. Essas pessoas não chegam nem a ir e nem a ficar; assim sendo, deixam de atualizar boa parte de suas possibilidades, não desenvolvendo seus recursos pessoais e a sua compreensão e conhecimento de si e do mundo".
(Yolanda Cintrão Forghieri)



domingo, 17 de agosto de 2014

Diagnóstico em Gestalt-terapia

*gt = gestalt-terapia

Ao contrário do que muitos pensam a abordagem da Gestalt-terapia diagnostica sim. Porém, com um olhar diferente das outras abordagens.

Segundo o livro, “Psicodiagnóstico em Gestalt-terapia” (Pimentel, 2003, P. 16) diz que foi no âmbito da psicologia fenomenológica-existencial que surgiu a possibilidade de o processo psicodiagnóstico ser interventivo e interativo. Nessa abordagem, as conclusões são sempre contextualizadas, podendo ser sempre retomadas e reformuladas.

O diagnóstico em GT procura diagnosticar a pessoa procurando saber como ela funciona no momento e para quê ela funciona daquela forma, qual a necessidade que ela procura satisfazer ou negociar com o ambiente e quais necessidades ela não atende.

O gestaltista procura não rotular o paciente, e nem o julgar. Pois isso impede a percepção do processo. Na GT, a pessoa é considerada como um todo. Então, o diagnóstico não prevalecerá; a fala e a vivência da pessoa no processo psicodiagnóstico é que prevalece.

“O psicodiagnóstico colaborativo e interventivo aproxima-se da compreensão do mundo psicológico dos pacientes a partir do entrelaçamento intersubjetivo dos pontos de vista psicólogo e do próprio paciente. Busca libertar-se de classificações valorizando o reconhecimento dos significados.” (Pimentel, Psicodiagnóstico em Gestalt-terapia, p. 53).

Yontef (1998, p. 289) propõe que:
“... o diagnóstico na Gestalt-terapia deva ser feito com reconhecimento completo da estrutura do TODO. Quando se está lidando com pessoas, significa levar em conta a imagem que elas têm de si mesmas e de sua identidade no tempo, o contexto do significado de sua interação atual, a história de tais interações em vários contextos que formam o pano de fundo no momento atual e semelhantes.” (in: http://www.gestaltce.com.br/artigo.asp?cod=1).
Transtornos mentais existem e precisam de tratamento médico. Mas rotular a pessoa de doente pode ser perigoso. O perigo de fazer a pessoa viver só em torno do rótulo (diagnóstico), a impede de crescer e de funcionar de forma saudável. Corre o risco de a pessoa passar a viver, deixando de ser ela mesma para ser a “doença”.
“A participação do cliente se dá desde o início... O diagnóstico colaborativo e interventivo é um esforço que permite desenvolver uma compreensão de como a pessoa está e o que poderá vir a ser, ou seja, para quais caminhos está aberta para se desenvolver na sua vida cotidiana.” (Pimentel, Psicodiagnóstico em Gestalt-terapia, p. 54).
Eu gostei muito das informações deste post, colocado neste site sobre diagnóstico na gt: http://www.gestaltce.com.br/artigo.asp?cod=1

Quem quiser saber maiores informações, acesse tal site.

Bons estudos

Referências Bibliográficas:


PIMENTEL, Adelma. (2003). Psicodiagnóstico em Gestalt-terapia. São Paulo: Summus.

aCesse meu grupo e página de gt no face:

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