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domingo, 6 de março de 2016

Meus blogs... e tb meus grupos e páginas do Facebook

Boa noite Pessoal
Sejam bem-vindos

Vou postar aqui o nome de td o que tenho na Internet ...

Meus blogs:

http://mergulhandonapsicologia.blogspot.com.br/ http://imagensdefrasescomtrechosdemusicas.blogspot.com.br/

E minhas páginas do Face:

https://www.facebook.com/imagensdefrasescomtrechosdemusicas/ https://www.facebook.com/BlogMergulhandoNaPsicologia/?fref=ts https://www.facebook.com/interessadosemgestaltterapia/?fref=ts

E sou moderador da pág.:

https://www.facebook.com/consulteopsicologo/?fref=ts

E meus grupos:

https://www.facebook.com/groups/interessadosemgestaltterapia/?fref=ts https://www.facebook.com/groups/294315744024946/?fref=ts

Whatsapp:
 Mergulhando na Psicologia e Apaixonados em Gestalt-terapia.

Sejam bem-vindos e conheçam meu trabalho.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

NOVIDADES PESSOAL. NOVIDADE

EU TENHO TB UM GRP NO FACE E NO WHATS, E UMA PAG. NO FACE COM O NOME DE APAIXONADOS EM GESTALT-TERAPIA...
... MAS AINDA NÃO TÍNHAMOS O BLOG...
MAS EM BREVE TEREMOS...
FIQUEM LIGADOS E NOS AJUDE A COMPARTILHAR E A CURTIR TAL BLOG.

E NOVAS POSTAGENS VIRÃO PARA O "MERGULHANDO NA PSICOLOGIA". JÁ ESTOU PREPARANDO O MATERIAL PRA VCS COM MUITO CARINHO.

BJUX NO CORAÇÃO E ATÉ BREVE...

domingo, 17 de agosto de 2014

Diagnóstico em Gestalt-terapia

*gt = gestalt-terapia

Ao contrário do que muitos pensam a abordagem da Gestalt-terapia diagnostica sim. Porém, com um olhar diferente das outras abordagens.

Segundo o livro, “Psicodiagnóstico em Gestalt-terapia” (Pimentel, 2003, P. 16) diz que foi no âmbito da psicologia fenomenológica-existencial que surgiu a possibilidade de o processo psicodiagnóstico ser interventivo e interativo. Nessa abordagem, as conclusões são sempre contextualizadas, podendo ser sempre retomadas e reformuladas.

O diagnóstico em GT procura diagnosticar a pessoa procurando saber como ela funciona no momento e para quê ela funciona daquela forma, qual a necessidade que ela procura satisfazer ou negociar com o ambiente e quais necessidades ela não atende.

O gestaltista procura não rotular o paciente, e nem o julgar. Pois isso impede a percepção do processo. Na GT, a pessoa é considerada como um todo. Então, o diagnóstico não prevalecerá; a fala e a vivência da pessoa no processo psicodiagnóstico é que prevalece.

“O psicodiagnóstico colaborativo e interventivo aproxima-se da compreensão do mundo psicológico dos pacientes a partir do entrelaçamento intersubjetivo dos pontos de vista psicólogo e do próprio paciente. Busca libertar-se de classificações valorizando o reconhecimento dos significados.” (Pimentel, Psicodiagnóstico em Gestalt-terapia, p. 53).

Yontef (1998, p. 289) propõe que:
“... o diagnóstico na Gestalt-terapia deva ser feito com reconhecimento completo da estrutura do TODO. Quando se está lidando com pessoas, significa levar em conta a imagem que elas têm de si mesmas e de sua identidade no tempo, o contexto do significado de sua interação atual, a história de tais interações em vários contextos que formam o pano de fundo no momento atual e semelhantes.” (in: http://www.gestaltce.com.br/artigo.asp?cod=1).
Transtornos mentais existem e precisam de tratamento médico. Mas rotular a pessoa de doente pode ser perigoso. O perigo de fazer a pessoa viver só em torno do rótulo (diagnóstico), a impede de crescer e de funcionar de forma saudável. Corre o risco de a pessoa passar a viver, deixando de ser ela mesma para ser a “doença”.
“A participação do cliente se dá desde o início... O diagnóstico colaborativo e interventivo é um esforço que permite desenvolver uma compreensão de como a pessoa está e o que poderá vir a ser, ou seja, para quais caminhos está aberta para se desenvolver na sua vida cotidiana.” (Pimentel, Psicodiagnóstico em Gestalt-terapia, p. 54).
Eu gostei muito das informações deste post, colocado neste site sobre diagnóstico na gt: http://www.gestaltce.com.br/artigo.asp?cod=1

Quem quiser saber maiores informações, acesse tal site.

Bons estudos

Referências Bibliográficas:


PIMENTEL, Adelma. (2003). Psicodiagnóstico em Gestalt-terapia. São Paulo: Summus.

aCesse meu grupo e página de gt no face:

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